O Brasil é nosso – Diretas Já – Tomar a Política

O Brasil não é – não pode ser – desses grandes empresários e capitalistas, desses partidos e políticos, desse judiciário e dessa polícia, tampouco dessa grande mídia, é nosso, então eu seria a favor até mesmo de uma atuação de extrema-esquerda nesse momento ou de desobediência civil que nos traga oxigênio e novidade, mas com inteligência, organização e estratégia, e não rebeldia ou anarquismo bobos. Porque não basta protestar por Diretas Já, embora isso tenha também sua suma importância. Mas é preciso alterar completamente o status quo, adiantar a passagem dessas gerações lamentáveis de velhos e envelhecidos que estão fazendo hora extra. Como? É preciso que o povo e a juventude, junto com as reivindicações por democracia e por eleições diretas e livres, queiram também tomar o espaço da política, é preciso que a juventude politizada queira também ser presidente, deputado, governante.

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