O “NÃO ENTENDER” NA ARTE

O “não entender” é determinante e muito complicado quando o assunto é Arte. Muitos julgamentos e críticas encobertam o não entender, que só revela a pobreza intelectual, estética, semiótica, daqueles que não têm o mínimo de brio para encarar elementos e signos que fogem da sua lógica comum. Ora, ninguém entende a equação do Einstein e do Max Planck, mas aceita e respeita, porque é ciência; agora, diante de um Mondrian ou de um Kandinski, de uma Poesia Concreta, de uma arquitetura oriental, de uma prosa que subverte e descentraliza narrativa, personagens, tradição, de uma arte qualquer dita experimental é capaz de atacar pedra, simplesmente porque os signos lhe escapam, estão num nível de repertório abaixo ou acima do seu. Enfim, esta discussão nem deveria existir mais em pleno século 21! O problema nem sempre está na obra; muitas vezes está em você!

Tenho um texto maior escrito em 2016 sobre a noção de repertórios e gostos no meu blog, abaixo:

Sobre a noção de repertórios e gostos

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