.hipostasia do eu.

Quem aí já encontrou um eu? Não eu. O fantasma da identidade nasce da inexistência do eu.

Nossas ações são movidas pelo desejo de se encontrar com o fantasma. Imagens, sociedade, cultura e tradição nos enganam. Simulacros virtuais, reflexos, idem.

O dia em que alguém identificar de forma clara e precisa essa identidade, então não escreverá mais, nem mesmo mais viverá…

E nunca, jamais esquecer: o verbo ser não existe no japonês, nem no hebraico, tampouco no tupi, e no russo é sempre oculto.

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