O “jornalismo” viciado e terrível da Jovem Pan, Rede Globo, e outras “grandes” mídias impressas e audiovisuais

A Jovem Pan – que eu só ouço quando “obrigado”, dentro de um uber ou táxi – vive de patrocínios milionários de empresas estatais chefiadas pelo PSDB há mais de 20 anos: SABESP, Metrô, Eletropaulo, Rodoanel, etc. Estão viciados, recebem ordens, caso contrário perdem dinheiro. Sua única função é manipular incautos ou indecisos: um verdadeiro desserviço ao país! É escancarado! Não fazem jornalismo. Atacam todos, para agradar os interesses dos patrões e não serem mandados embora, mas não abrem o bico sobre os tucanos. E é uma afronta esse tal de Villa ser chamado de “professor” e “historiador”: é um lacaio canastrão do PSDB, que inclusive já foi desmascarado pelo Fernando Haddad.

Isto me lembra outra coisa. Ontem o grande Alberto Dines, este sim, Jornalista com J maiúsculo, morreu, e foi muito engraçado ver a homenagem que o Jornal Nacional lhe fez. Não assisto, mas esbarrei na sala com a TV ligada e, confesso, foi uma boa homenagem, educativa, destacando seus feitos importantes e inovadores para o jornalismo, mas foi engraçado vê-lo, num dos momentos, em vídeo antigo, falando para o William Bonner que os jornalistas não devem atender a interesses políticos nem financeiros.

Incongruência de signos!

É o que eles mais têm feito hoje em dia: seja na Jovem Pan, no Estadão, na Rede Globo, etc. na grande mídia impressa ou audiovisual! Daí a importância das mídias alternativas que têm se proliferado positivamente… O próprio Bonner, com seu sorrisinho de admiração, não aprendeu, atende aos dois, pois obedece aos interesses políticos e financeiros dos Marinho.

Do ponto de vista pessoal, tudo isso é irrelevante, pois vão todos embora; mas, de um ponto de vista maior, enquanto comunicação e informação disseminada em larga escala estadual e nacional durante décadas, é uma irresponsabilidade total, uma falta de ética flagrante, uma falta de ideal. É urgente pulverizar o poder da mídia no Brasil através de uma democratização da mesma. Enquanto isso, as mídias alternativas fazem o seu trabalho de contracultura.

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