Nota sobre “neoditaduras” e “neomonarquias”

Diante de tantos conteúdos disseminados por gente reacionária através da Internet, sinto-me coagido, dentro do meu papel de poeta, artista, pensador e sobretudo cidadão, dizer que, estranhamente, ou mesmo de maneira previsível, essas ideias sempre vêm carregadas de conservadorismo de cabeças reacionárias, pessoas – uma minoria, é verdade, mas que através da Internet tem se juntado e esporadicamente ido às ruas – sem qualquer visão histórica e humana a respeito do tamanho do Brasil e do seu progresso pós-Império, já no século XX, e também dos seus sucessos e avanços em seus curtos momentos democráticos.

O poeta, o artista, o pensador genuíno jamais apoiará tais correntes e lutará sempre pela democracia, inclusive em posição crítica quando nota que as democracias atuais estão nas mãos de cúpulas internas, FMIs, bancos mundiais, ou seja, esferas que, na verdade, nunca foram eleitas.

Leia também meus dois outros ensaios relacionados: Por que a ditadura e a monarquia foderam o Brasil e Arte e política: proteger a democracia

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