Parada Gay. Facebook e Google: lógica de mercado. Conservadorismo.

Hoje tem a Parada Gay, ou melhor, a 21ª Parada do Orgulho LGBT na Avenida Paulista, que alguns gays – sobretudo de outras gerações – chamam de “mal necessário”.

Uma multidão (calcula-se que mais ou menos 3 milhões) que, inclusive, defende o Estado laico e as Diretas Já.

Mas, além disso, no mundo todo, a Ditadura Gayzista está por toda a Internet, no Facebook, no Google, etc., e em outras várias empresas que estão apoiando, incentivando. Os homofóbicos estão encurralados. Já era hora de fazerem um boicote e nos pouparem de suas opiniões na Internet.

No entanto, há quem diga – com razão – que essas e outras grandes empresas (de tecnologia e de qualquer outra área) não são simplesmente boazinhas ou amiguinhas, que apenas incluem sistematicamente os LGBTs numa lógica de mercado porque são um público lucrativo e com renda.

Sim, isso não deixa de ter sua verdade, mas é uma lógica progressista e que faz mais bem do que mal à sociedade e aos LGBTs, principalmente porque é força importante e paralela ao conservadorismo e ao fundamentalismo teocrático e fascista – que, em mais de 21 séculos, não acabou nem acabará com a diversidade do homem.

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