Em São Paulo amor e ódio são tangentes…

Em São Paulo amor e ódio são tangentes. Faz lembrar aquele filme com diálogos de tirar o fôlego, “Meu Jantar com André”, onde se diz a quantidade de gente que gostaria de ir embora de Nova Iorque, que está cansada da cidade, mas que não consegue por algum motivo positivo e negativo, quase como uma fortaleza ou um campo de concentração onde todos são vítimas e culpados. Além do mais, quem saiu de São Paulo se sente atraído (ou obrigado) a voltar.

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